Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

ONU pede proteção à natureza durante conflitos

 

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Relatório do Pnuma recomenda mais precisão no cumprimento das leis ambientais internacionais; Secretário-Geral pede que os países adaptem os mecanismos legais para proteger os ecossistemas durante conflitos internos.

 

 

 

 

 

Leis para o meio-ambiente

Leis para o meio-ambiente

Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.

Fortalecer as leis internacionais de proteção ao meio-ambiente em tempos de guerra pode evitar que a natureza seja prejudicada. A afirmação faz parte de um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente, Pnuma.

 

O lançamento do estudo acontece no Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Meio-Ambiente em Guerras e em Conflitos Armados.

Ecossistemas

No relatório, especialistas da agência recomendam mais precisão no cumprimento das leis e na compreensão de que as guerras podem causar danos ambientais persistentes por meses ou anos.

Outras recomendações incluem o uso de instrumentos legais para evitar que os conflitos alcancem ecossistemas essenciais para a dinâmica ambiental, como florestas naturais, terras agricultáveis, parques e aquíferos.

O documento afirma ainda que as leis internacionais para regular condutas durante a guerra foram criadas em um momento onde as guerras eram entre Estados.

Conflitos Internos

Hoje, como a maioria dos conflitos acontece internamente, é preciso atualizar os mecanismos de regulação que, muitas vezes, não abrangem a nova realidade.

Em mensagem para marcar a data, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu que todas as nações adaptem os instrumentos legais que possuem para permitir que a natureza também seja protegida durante conflitos internos.

publicado por ecotv às 16:40

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Turismo internacional está em recuperação

 

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Relatório da OMT revela que a crise econômica global associada a temores sobre o vírus A (H1N1)colaboraram para desempenho ruim do começo do ano; a previsão é de queda de 5% nas viagens internacionais em 2009.

Foto: OMM

Foto: OMM

Daniela Traldi, da Rádio ONU, em Nova York.

 

O turismo internacional está retomando o fôlego, de acordo com relatório da Organização Mundial do Turismo divulgado nesta sexta-feira.

A OMT aponta que o declínio nas viagens em todo o mundo tem sido menor nos últimos meses.

Dados

A agência da ONU revela que as chegadas internacionais caíram 7% entre janeiro e agosto mas que o meses de julho e agosto sozinhos registraram queda de apenas 3%.

De acordo com a OMT esses dados apontam tendência de recuperação, junto com índices sobre a confiança no setor coletados com mais de 300 especialistas, cujas perspectivas negativas diminuíram nos últimos 4 meses.

Apesar do cenário otimista, os ganhos do mercado de turismo foram os que mais sofreram, com queda de cerca de 10% nas receitas dos primeiros seis meses de 2009.

Segundo a Organização Mundial do Turismo a crise econômica global associada a temores sobre o vírus A (H1N1) colaboraram para o desempenho ruim do começo do ano.

 

América do Sul

Os piores resultados ocorreram na Europa e no Oriente Médio, com queda de 8% nas chegadas internacionais de janeiro a agosto. O melhor quadro ficou com a América do Sul, com declínio de 1%.

A vice-secretária-geral da OMT, Sandra Carvão, disse à Rádio ONU, de Madri, que a região conseguiu sobreviver graças à rápida reação em relação a crise econômica, principalmente em países como o Brasil.

"Até o momento os dados que nós temos indicam que a América do Sul tem tido um comportamento bastante positivo. Aliás, não é desse ano, é um comportamento que esses destinos vem tendo nos últimos anos, como a Argentina e o Brasil, que tem estado bastante desenvolvidos", afirmou.

Sandra Carvão revela que os impactos da gripe A (H1N1) ainda serão sentidos na América do Sul.

Em todo o mundo, a Organização Mundial do Turismo prevê queda de 5% nas viagens internacionais em 2009.

 

publicado por ecotv às 16:26

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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Música de John Lennon dá uma chance a paz

 

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Canção de ex-integrante dos Beatles vai ajudar a angariar fundos para órgão das Nações Unidas; versão digital comemora os 40 anos de uma das gravações mais famosas do artista britânico.

Fundos para ONU

Fundos para ONU

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova York*.

 

Fundos angariados pela venda na internet, até o fim do ano, da célebre canção de John Lennon, "Dê uma Chance à Paz", serão revertidos em benefício da Comissão de Consolidação da Paz das Nações Unidas

O anúncio foi feito nesta terça-feira na sede da ONU, em Nova York, pelo presidente do órgão, o embaixador do Chile, Heraldo Munoz.

Versão

Uma versão digitalizada da canção, lançada para comemorar o 40º aniversário da gravação original do músico do grupo "The Beatles", poderá ser baixada no programa Itunes.

Durante conferência de imprensa, Munoz pediu a outros filantropistas para seguirem o exemplo da viúva de Lennon, Yoko Ono, e ajudarem a mobilizar recursos para financiar as atividades da Comissão de Consolidação da Paz das Nações Unidas.

Ele revelou que o órgão já angariou cerca de US$ 315 milhões através de contribuições voluntárias.

Paz sustentável

A Comissão tem por objetivo ajudar países que emergem de conflitos a criarem uma paz sustentável para não voltarem a cair na guerra e no caos.

Desde a sua criação, em 2005, o órgão vem trabalhando essencialmente com quatro países africanos: Guiné-Bissau, Serra Leoa, República Centro-Africana e Burundi. Ela financiou também projetos em 14 outras nações, incluindo o Haiti, Nepal e a Côte d'Ivoire.

*Apresentação: Daniela Traldi, da Rádio ONU, em Nova York.

publicado por ecotv às 12:44

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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Países devem prestar contas sobre mudança climática

 

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Rodada de debates na Espanha segue até sexta-feira como preparação para a Conferência da ONU sobre o tema, que acontece na Dinamarca, entre os dias 7 e 18 de dezembro.

Yvo de Boer

Yvo de Boer

Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.

A última rodada de negociações antes da Conferência da ONU sobre Mudança Climática começou nesta segunda-feira, em Barcelona, na Espanha.

Mais de 4 mil representantes de 181 países participam do encontro. O objetivo é alertar sobre a urgência da assinatura de um novo acordo sobre o clima, já que o Protocolo de Kyoto expira em 2012.

Aquecimento Global

A Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climática, que organiza os debates, afirma que, para se evitar o avanço do aquecimento global, é preciso reduzir em pelo menos 50% as emissões de carbono do mundo nos próximos 40 anos.

De acordo com o secretário-executivo do órgão, Yvo de Boer, todos os países devem prestar contas sobre o que estão fazendo para deter as consequências da mudança climática em seus territórios.

Na abertura do encontro, De Boer afirmou que as nações mais ricas devem assumir o compromisso de reduzir as emissões de carbono em médio prazo e que as economias emergentes também devem limitar o avanço do problema com o apoio dos países desenvolvidos.

Ele defendeu ainda a criação de uma governança global capaz de gerenciar os recursos necessários para adequação às expectativas ambientais, levando em conta as diferenças econômicas e sociais dos países.

Negociações Prévias

A rodada de Barcelona segue até sexta-feira como preparação para a Conferência da ONU, que acontece em Copenhague, na Dinamarca, entre os dias 7 e 18 de dezembro.

Ao longo de todo o ano, cidades como Bangkok e Nova York sediaram negociações prévias para discutir as expectativas globais sobre o novo pacto climático que deve ser assinado durante a Conferência.

publicado por ecotv às 10:47

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Programa "Cidades Mais Seguras" chega ao Rio de Janeiro

 

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Iniciativa da ONU vai apoiar autoridades locais na implementação de políticas de segurança para preparar a cidade rumo às Olimpíadas.

 

 

Projeto do UN-Habitat

Projeto do UN-Habitat

Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York*.


 

O coordenador do programa da ONU "Cidades Mais Seguras", Elkin Velásquez, esteve nesta segunda-feira no Rio de Janeiro para firmar a parceria da iniciativa com a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

O projeto, que faz parte do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, UN-Habitat, vai apoiar as autoridades locais na implementação de políticas de segurança pública.

Otimismo

Durante a visita, Velásquez se reuniu com representantes da Prefeitura e do Comitê Olímpico Brasileiro, COB.

Em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil, Unic-Rio, o especialista afirmou que a prevenção à violência é um dos meios mais eficazes de combatê-la.

Prevenção

Velásquez disse que a medida é algo que deve estar incorporado ao imaginário e às ações daqueles que fazem políticas públicas e da sociedade que as solicitam.

O Rio de Janeiro é a terceira cidade brasileira beneficiada pelo programa "Cidades Mais Seguras". Diadema e Santo André, em São Paulo, já fazem parte da iniciativa.

*Reportagem: Daniel Fraiha, do UNIC Rio, Rio de Janeiro.


publicado por ecotv às 09:34

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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Pnuma: US$ 500 bilhões para economia verde

 

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Relatório ressalta investimentos necessários para o meio-ambiente nos países em desenvolvimento; agência da ONU aponta medidas financeiras e caminhos para reduzir emissão de carbono.

 

 

Novo relatório do Pnuma

Novo relatório do Pnuma

Daniela Traldi, da Rádio ONU, em Nova York.


 

Investimentos de US$ 500 bilhões por ano, mais de R$ 800 bilhões, serão necessários para ajudar países em desenvolvimento a se adaptarem às mudanças climáticas e à produção de baixa emissão de carbono.

Essa é a conclusão de um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente, Pnuma, divulgado em parceria com investidores e companhias de seguro, nesta segunda-feira, na Cidade do Cabo, África do Sul.

Recomendações

O estudo aponta uma série de recomendações para os países em desenvolvimento vencerem atuais obstáculos econômicos e atingirem o patamar de economias 'verdes'.

Entre os tópicos estão políticas públicas diferenciadas, como a criação de um seguro para países que repudiem medidas de proteção ao meio-ambiente, o financiamento público de um fundo monetário que ofereça proteção às economias locais e o aumento dos acordos relacionados a baixa emissão de carbono.

O relatório sugere ainda que os setores público e privado devem desempenhar papel complementar para superar os desafios da mudança climática.

Pnuma

O Diretor do Pnuma Achim Steiner disse que 'o combate à mudança climática é uma oportunidade importante para direcionar economias para um caminho de baixa emissão e recursos eficientes'.

Segundo ele, se as medidas forem bem sucedidas, países em desenvolvimento podem e devem ser parte das transformações.

Achim Steiner afirmou que o relatório ressalta as atuais barreiras para a readaptação econômica dos países, estabelecendo o caminho para uma nova relação Norte-Sul.

publicado por ecotv às 16:17

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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Mudança climática deve afetar duramente o turismo

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OMT destaca que, mais uma vez, os grandes prejudicados serão os países pobres que se beneficiam da lucrativa indústria; organização estimula o "turismo verde".

Turismo sofre impacto

Turismo sofre impacto

Maria Cláudia Santos, da Rádio ONU em Nova York.

Pontos turísticos costeiros podem ser inundados com o aumento do nível do mar e estações de ski correm o risco de desaparecer devido ao derretimento das geleiras.

A previsão é da Organização Mundial do Turismo, OMT, que chamou atenção nesta quarta-feira para mais um dos lados destruidores das mudanças climáticas.

Indústria Lucrativa

O secretário-geral da OMT, Geoffrey Lipman, afirmou que o turismo chegou em uma encruzilhada e que terá que enfrentar o desafio do clima.

Segundo ele, qualquer fator que afete a lucrativa indústria irá ter forte impacto sobre a economia, como foi o caso do surto de 2001 de febre aftosa no Reino Unido.
Lipman lembra que, mais uma vez, os efeitos das alterações do clima vão prejudicar de forma mais acentuada as nações pobres, onde o turismo é um dos principais setores de exportação.

De acordo com a organização, em 2006, a indústria do turismo gerou mais de US$ 730 bilhões para os países em desenvolvimento.

Turismo Verde

Diante do quadro, a OMT lembra que é preciso buscar adaptações à nova realidade e apostar no "turismo verde", como forma de minimizar a catástrofe climática.

A organização aponta o setor do transporte aéreo, um dos grandes responsáveis por emissões de gases, como o primeiro a ter que se tornar sustentável, usando motores mais eficientes e os biocombustíveis.

publicado por ecotv às 16:55

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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Brasil participa de iniciativa do Banco Mundial sobre clima

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País se une a nações desenvolvidas e em desenvolvimento em programa pioneiro de parcerias para o combate à mudança climática.

Investimentos florestais

Investimentos florestais

Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.*

 

O Brasil está entre os países em desenvolvimento selecionados para fazer parte do Programa de Investimentos Florestais, FIP, do Banco Mundial.

O país se une nesta semana à República Democrática do Congo, à Índia, ao Marrocos, ao Nepal e à Romênia na busca por fundos de financiamento de combate ao aquecimento global.

Recursos Ambientais

As seis nações dividirão o comando do FIP com Estados Unidos, Austrália, Dinamarca, Noruega e Reino Unido, que já doaram US$ 350 milhões para o programa.

Para o representante do Brasil no FIP, Eduardo Sabóia, a iniciativa disponibilizará meios para que as economias mais vulneráveis e as comunidades que dependem das florestas possam gerenciar seus recursos ambientais de maneira sustentável.

Já segundo o Banco Mundial, o programa, que reúne países desenvolvidos e em desenvolvimento, é um dos pioneiros entre as parcerias mundiais criadas em favor do clima.

A primeira reunião do grupo acontece no dia 29 de outubro, em Washington, nos Estados Unidos. O objetivo do encontro é avaliar critérios de seleção de países e regiões a serem beneficiadas.

*Apresentação: Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

publicado por ecotv às 21:15

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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Buenos Aires abre congresso sobre desenvolvimento florestal

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Preservação de florestas

Preservação de florestas

Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.*

 

A capital da Argentina, Buenos Aires, sedia até sexta-feira o Congresso Mundial Florestal, promovido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, em parceria com 150 países, entre eles, o Brasil.

Em sua 23º edição, o encontro discutirá temas como bioenergia, combate à mudança climática e uso sustentável dos recursos florestais.

Manutenção do Clima

O tema do Congresso neste ano, "Desenvolvimento Florestal, Equilíbrio Vital" pretende chamar a atenção dos países para a importância das florestas na manutenção do clima e na vida no planeta.

Para o diretor da divisão de ordenação florestal da FAO, José Antonio Prado, as discussões são ainda mais relevantes. Ele lembra que em dois meses, será realizada a Conferência da ONU sobre Mudança Climática, em Copenhague, na Dinamarca.

O professor titular da Universidade de São Paulo, Leonardo Gonçalves, disse à Rádio ONU, de Buenos Aires, que uma das formas de se preservar a floresta é proteger as comunidades que dependem diretamente dela.

Amazônia e Mata Atlântica

"Uma das idéias para diminuir a devastação da floresta é valorizá-la junto aos serviços ambientais prestados pelos nativos e pelas comunidades que vivem na região", afirmou.

Leonardo Gonçalves, que é um dos representantes do Brasil no Congresso, destacou que serão discutidas no encontro alternativas sustentáveis para o aproveitamento dos recursos da Amazônia e da Mata Atlântica.

*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

publicado por ecotv às 14:30

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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Agências da ONU pedem proteção dos oceanos

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Relatório aponta que escossistemas marinhos são os novos grandes aliados contra as alterações climáticas; estudo divulgado na África do Sul pede investimentos na preservação do fundo do mar.

Fundo de carbono azul

Fundo de carbono azul

Maria Cláudia Santos, da Rádio ONU em Nova York.

 

Os governos interessados em combater as mudanças climáticas devem investir na criação de um fundo de "carbono azul", voltado para a manutenção e a reabilitação dos oceanos.

O alerta consta de relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, em conjunto com a Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco.

Emissões

O estudo elaborado pelas três agências da ONU mostra que grande parte das emissões de carbono está sendo absorvida e armazenada pelos ecossistemas marinhos.

Os manguezais, restingas e algas funcionam como uma espécie de reservatórios de carbono, impedindo que os gases poluentes retornem à atmosfera.

O documento afirma que a redução do desmatamento em terra e a manutenção da saúde do fundo do mar poderiam diminuir em até 25% os impactos das emissões, evitando alterações climáticas perigosas.

Para isso, são necessários investimentos, já que 7% dos escossistemas marinhos são perdidos anualmente e precisam ser restaurados.

Aliados

O sub-secretário-geral e diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner, lembrou que o mundo já sabia que o fundo do mar representa trilhões de ativos em dólares ligados a setores como o turismo, defesa costeira, pesca e serviços de purificação de água.

Além disso, agora, ele desponta também como grandes aliados naturais contra as mudanças climáticas e precisa ser cuidado.

O relatório das três agências da ONU foi divulgado durante série de eventos sobre questões marinhas realizados este mês, na África do Sul.

O documento antecede a convenção sobre alterações do clima que será realizada pela ONU em Copenhague.

 

 

publicado por ecotv às 15:35

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