Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Yara planos interrompidos por ação judicial

Tradução Norwatch via Google Tradutor By ECOTV

Yara planos de produção de fosfato em uma área de floresta protegida no Brasil.  Mas, três decisões judiciais que até agora parou de licença ambiental da empresa.
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Av Erik Hagen Por Erik Hagen
Norwatch Norwatch

 

Enquanto a Noruega apostar 15 bilhões para salvar a floresta tropical, está a planear o estado, em parte, de propriedade Yara - através de uma joint venture no Brasil - para estabelecer uma planta de fosfato na Mata Atlântica protegida.

 

Norwatch visitado um pequeno vale no sudeste do Brasil, onde busca Yara para reservas de fosfato do país podem ter consequências importantes para o meio ambiente local.

 

O sítio está localizado em uma antiga paisagem vulcânica, e é o habitat de Mata Atlântica. Denne skogstypen er snart utryddet, og områdene som er igjen er vernet ifølge føderal lov. Este tipo de floresta está quase extinto, e as áreas que restam são protegidos por lei federal.

 

 

 

No fundo do vale corre um rio caudaloso, que é o habitat de pelo menos nove vegetais ameaçadas e espécies animais, incluindo o uso de gatos selvagens e área de papagaios raros em busca de alimento.

 Projeto Gigante

 

Isso é onde Yara detém os direitos de fosfato de produção com a empresa Bunge E.U.

 

Os planos são para cavar 1,8 milhões de toneladas de massa rochosa por ano a partir de um poço aberto aberto.

 

Quando eles removeram os escombros desnecessários, e concluiu o processamento de fosfato de rocha restante, sentando-se no final eles deixaram com meio milhão de toneladas de fertilizantes anualmente.

 

O trabalho será feito através de joint-venture da empresa IFC, que é propriedade de Yara e Bunge na parceria.

Resíduos da produção de massa será transportado por gasoduto para baixo do vale, onde deve ser recolhida no chamado barragens de rejeitos,  Junto com o resto do percurso, a multidão drenado para fora através de dois barragem de 56 m de altura.

 

Todos estrume está prevista para o mercado brasileiro. Atualmente, o Brasil importa mais de metade dos fosfatos que consomem.

 

Portanto, o interesse das autoridades investido em começar com o projeto.

 

A fábrica no município de Anitápolis foi planejado por cerca de 30 anos, e já na década de 80, os moradores não comprada por uma empresa de fertilizantes do Brasil.

 

Quando o NAM, o que é ótimo para o mercado brasileiro, comprou nesta empresa em 2000, tinham um pé no projeto de Anitápolis.
Parado pelos tribunais

 

Yara planos de produção de fosfato em Anitápolis atingiu um "marco", de acordo com a SRI, as autoridades ambientais no estado, 13 de Abril deste ano, concedeu uma licença ambiental para prosseguir com o projeto.

 

Fatma, tinha usado uma lacuna na lei, que poderia ser feito, exceto na proteção das florestas permanentes para a Mata Atlântica, nos casos de "interesse público ou social".

Setembro foi o caso de um novo rumo.

 

Através de uma decisão judicial provisória, tomou um tribunal federal em Brasília licença ambiental, que volta a IFC tinha sido concedida.

- É fundado receio de que ele pode causar sérios danos ao meio ambiente, se a licença ambiental seja mantida, e é dado permissão para a exploração madeireira e de construção, escreve o juiz.

 

- Não seria possível imaginar que as actividades em curso para acabar com a água na região depois de 33 anos?

 

Ou será que não seria provável que o desmatamento leva a uma extinção total de espécies animais e vegetais que estão ameaçadas de extinção lá, o juiz pergunta retoricamente.

 

O juiz também se perguntava se as barragens poderá entrar em colapso por causa da erosão na área, especialmente se as alterações climáticas causa mais inundações.

 

A fábrica de fertilizantes não pode cair sob a lei define como "público e interesse social", o juiz ressaltou.

 

Assim, a floresta deve ser preservada, em vez de os planos da companhia.

 

- Neste caso, é sobre a actividade económica privada que não pode ser colocado na frente dos interesses ecológicos, escreve o juiz, como ela congela todas as licenças adicionais.

 

Tanto o Conselho eo governo do estado, que queima após o início do projeto de fosfato, no entanto, recorreu da decisão duas vezes. Além disso, as autoridades ambientais no Estado, Fatma, apelou para os planos concluídos.

 

Mas dois tribunais têm acolhido o veredicto em novembro, para congelar a licença ambiental até que todos os aspectos de segurança são consideradas. Prosjektet er dermed foreløpig blitt stanset. O projeto tem, até agora, foi interrompido.

Mais recursos estão indo.

 

Terça-feira desta semana se juntou Yara's joint-venture da IFC de recurso como parte de um tribunal federal em Porto Alegre.

 

Regulamentos alterados

 

Foi a organização ambiental Montanha Viva que assegurou que a licença ambiental foi processado no tribunal.

 

Eles questionam a forma como a licença ambiental será emitida em primeiro lugar.

 

Segundo a organização para o estado ter introduzido uma nova legislação ambiental exatamente no mesmo dia que a autorização foi concedida.

 

Isso permitiu ao governo estadual para dar luz verde para o projeto de fosfato.

Abril deste ano haviam sido responsabilidade de autoridades ambientais federais "para emitir tais licenças. Mas, por uma estranha coincidência, instituiu um governo estadual a regulamentação ambiental no mesmo dia, como o projeto de fosfato recebeu a sua licença, disse Luhk Zeller da Montanha Viva à Norwatch.

 

Com a nova legislação, para as autoridades ambientais do Estado, Fatma, tais projetos dar a luz verde.

 

Até então havia uma decisão nesse sentido foram revistas pelas autoridades ambientais federais, o IBAMA.

 

- É o governo federal que deve tomar a decisão quando a mineração ea natureza listados está em jogo.

 

É importante que as decisões que afectam o ambiente não está com o governo estadual, mas a nível federal, de modo que o ambiente pode ser protegido.

 

Responsabilidade Vern ainda está com o governo federal, mas o estado agora aqui interpreta-lo em uma direção diferente, "diz Zeller.

 

Yara em desacordo com sentença

 

- A sociedade terá a decisão do juiz, sob assessoria, mas concordo com ele.

 

É o IFC, que é parte no processo e, portanto, assume uma posição sobre o recurso da questão, "disse Asle Custom vice-presidente da ONG, Montanha Viva,  a Norwatch.

 

Ele confirmou que um processo de recurso está em andamento.

 

- É importante para nós, para enfatizar que o MNE, em geral, está muito preocupada, e trabalhando ativamente em uma série de áreas de medidas de melhoria do ambiente e dos produtos.

 

No caso da IFC e do projeto de Anitápolis, onde temos uma participação acionária de 50 por cento, e isso tem sido um processo muito completo, "diz Custom Mountain.

 

- As autoridades brasileiras têm dado os seus princípios orientadores deste processo, e com a IFC tem resistido a todos os requisitos.

 

Em relação à terra usar, é também importante sublinhar que uma área total de aprox.

 

1760 hectares, com 1400 hectares, ou cerca de 80 por cento protegidas, "diz Custom Mountain.

 

As autoridades do estado já estão começando a construir estradas para o município de Anitápolis (direita).

 

Este é o caso

 

* Yara detém 50% da joint-venture da empresa Indústria de Fosfatados Catarinense (IFC).

 

A outra metade é propriedade da Bunge americana.
  * O projeto em Anitápolis no sudeste do Brasil, que a IFC está por trás, envolve a produção de uma jazida de fosfato, ea construção de uma fábrica de fertilizantes.

 

O fosfato é o principal ingrediente de fertilizante. brasil_yara_gjodselsekker_350

 

* Toda a produção está prevista para o mercado brasileiro.

 

  Atualmente, o Brasil produz apenas 50% de sua fosfato para a produção agrícola.

 

IFC vai ajudar a diminuir a dependência externa.

 

* Vegetais ameaçadas de extinção várias espécies animais e estão localizados na área em que a IFC irá construir sua planta de fosfato.

(Ver artigo separado).


  * A vila logo abaixo da planta estão com medo de receber uma barragem como vizinhos.

(Ver artigo separado).


 

* Um tribunal congelou IFCS licença ambiental 28

 

Setembro deste ano.

 

Nestes recursos que até agora manteve o veredicto.

 

* O estado, em parte, de propriedade da empresa norueguesa Yara está entre as líderes mundiais na fabricação e comercialização de fertilizantes, e é ótimo para o mercado brasileiro.

publicado por ecotv às 13:06

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Yara-planer stanset ved dom

Yara planlegger fosfatproduksjon i et vernet regnskogsområde i Brasil. Men tre rettsavgjørelser har hittil stanset selskapets miljøtillatelse. Tirsdag anket Yaras brasilianske joint-venture-selskap.
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Av Erik Hagen
Norwatch

Mens Norge satser 15 milliarder kroner på å redde regnskogen, planlegger det delvis statseide Yara – gjennom et joint-venture i Brasil – å anlegge et fosfatanlegg i vernet atlantisk regnskog.

Norwatch har besøkt et lite dalføre i sørøstlige i Brasil, der Yaras jakt på landets fosfatreserver kan få store konsekvenser for det lokale miljøet.

Stedet ligger i et gammelt vulkansk landskap, og er tilholdssted for atlantisk regnskog. Denne skogstypen er snart utryddet, og områdene som er igjen er vernet ifølge føderal lov.


I bunnen av dalen renner et brusende vassdrag, som er tilholdssted for minst ni utrydningstruete plante- og dyrearter, blant annet bruker villkatter og sjeldne papegøyer området på leting etter mat.

Kjempeprosjekt
Det er der Yara eier rettigheter til fosfatproduksjon sammen med det amerikanske selskapet Bunge. Planene går ut på å grave ut 1,8 millioner tonn steinmasse årlig fra et åpent dagbrudd. Når de har fjernet de unødvendige steinmassene, og ferdigbehandlet den gjenværende fosfatsteinen, sitter de til slutt igjen med en halv million tonn kunstgjødsel årlig. Arbeidet skal gjøres gjennom joint-venture-selskapet IFC, som eies av Yara og Bunge i partnerskap.

Avfallsmassen fra produksjonen vil transporteres i rørledning nedover i dalføret, der den skal samles opp i såkalte tailing dams, våtdeponier. Sammen med resten av elveløpet, skal massen dreneres opp ved hjelp av to 56 meter høye demninger.

All gjødselen er planlagt for det brasilianske markedet. Brasil importerer i dag mer enn halvparten av fosfatet de forbruker. Derfor har myndighetene stor interesse av å få igjennom prosjektet.

Anlegget i Anitápolis kommune har vært planlagt i rundt 30 år, og så tidlig som på 80-tallet ble beboerne der kjøpt ut av et brasiliansk gjødselselskap. Da Yara, som er store på det brasilianske markedet, kjøpte seg inn i dette selskapet i 2000, fikk de også innpass i Anitápolis-prosjektet.



Stoppet av domstoler
Yaras planer om fosfatproduksjon i Anitápolis nådde en ”milepæl”, ifølge Yara, idet miljømyndighetene i delstaten 13. april i år innvilget en miljøtillatelse til å gå videre med prosjektet.

Miljømyndighetene, FATMA, hadde benyttet en åpning i lovverket, om at det kunne gjøres unntak i det permanente skogsvernet for atlantisk regnskog i tilfeller der utbygninger er av ”offentlig eller sosial interesse”.

Men 28. september tok saken en ny vending. Gjennom en midlertidig forføyning, trakk en føderal domstol i Brasilia tilbake miljøtillatelsen som IFC hadde blitt innvilget.

– Det er velbegrunnet frykt for at det kan gjøre alvorlige skade på miljøet hvis miljøtillatelsen opprettholdes, og det gis tillatelse til hogst og bygging, skriver dommeren.

– Ville det ikke være mulig å forestille seg at de kontinuerlige aktivitetene gjør slutt på vannet i regionen etter de 33 årene? Eller vil det ikke være sannsynlig at avskogningen fører til en total utryddelse av plante- og dyreartene som er truet der, spør dommeren retorisk.

Dommeren undret også på om ikke demningene kan bryte sammen på grunn av erosjonen i området, særlig om klimaforandringene fører til flere flommer. Et gjødselanlegg kan heller ikke falle inn under det lovverket definerer som ”offentlig/sosial interesse”, påpekte dommeren. Dermed må regnskogen bevares, framfor selskapets planer.

– I dette tilfellet handler det om private økonomiske aktiviteter som ikke kan settes foran de økologiske interessene, skriver dommeren, idet hun fryser alle videre tillatelser.

Både kommunen og delstatsmyndighetene, som brenner etter å starte fosfatprosjektet, har imidlertid anket avgjørelsen to ganger. Også miljømyndighetene i delstaten, FATMA, har anket for å få gjennomført planene. Men to domstoler har i november opprettholdt dommen om å fryse miljøtillatelsen inntil alle miljøaspekter er vurdert. Prosjektet er dermed foreløpig blitt stanset.

Flere anker er på vei.

Tirsdag denne uken sluttet Yaras joint-venture-selskap IFC seg til som ankepart ved en føderal domstol i Porto Alegre.

Endret regelverket
Det var miljøorganisasjonen Montanha Viva som sørget for at miljøtillatelsen ble behandlet i retten. De stiller spørsmål ved hvordan miljøtillatelsen kunne bli utstedt i utgangspunktet. Ifølge organisasjonen skal delstaten ha innført et nytt miljølovverk nøyaktig samme dag som tillatelsen ble gitt. Dette gjorde det mulig for delstatsmyndighetene å gi grønt lys for fosfatprosjektet.

– Fram til 13. april i år hadde det vært de føderale miljømyndighetenes ansvar å utstede denne typen tillatelser. Men ved et merkelig sammentreff innførte delstatsmyndighetene et miljøregelverk samme dag som fosfatprosjektet fikk sin tillatelse, sier Luhk Zeller i Montanha Viva til Norwatch.

Med det nye lovverket, kunne delstatens miljømyndigheter, FATMA, gi slike prosjekter grønt lys. Fram til da måtte en slik beslutning ha blitt vurdert av de føderale miljømyndighetene, IBAMA.

– Det er de føderale myndighetene som må fatte beslutningen når gruvedrift og verneverdig natur står på spill. Det er viktig at beslutninger som påvirker miljøet ikke ligger hos delstatsmyndighetene, men på føderalt nivå, slik at miljøet kan vernes. Verneansvaret ligger fortsatt hos de føderale myndighetene, men delstaten her tolker det nå i en annen retning, sier Zeller.

Yara uenig i dom
– Selskapet tar dommerens avgjørelse til etterretning, men er uenig i den. Det er IFC som er part i saken, og som derfor tar stilling til ankespørsmålet, sier Asle Skredderberget, informasjonsdirektør i Yara, til Norwatch.

Han bekrefter at en ankeprosess er i gang.

– Det er viktig for oss å understreke at Yara generelt er svært opptatt av miljøubrasil_anitapolis_veiarbeid_350tfordringene, og jobber aktivt på en rekke områder med miljøforbedrende tiltak og produkter. Når det gjelder IFC og Anitápolis-prosjektet, der vi har en eierandel på 50 prosent, så har dette vært en svært grundig prosess, sier Skredderberget.

– Det er brasilianske myndigheter som har gitt sine føringer i denne prosessen, og IFC har rettet seg etter alle krav. I forhold til arealbruken er det også viktig å understreke at av et totalareal på ca. 1760 hektar, vil 1400 hektar, eller ca 80 prosent skjermes, sier Skredderberget.

Myndighetene i delstaten er allerede i ferd med å bygge ut veiene til Anitápolis kommune (t.h.).

DETTE ER SAKEN
* Yara eier 50% av joint-venture-selskapet Indústria de Fosfatados Catarinense (IFC). Den andre halvparten eies av amerikanske Bunge.
* Prosjektet i Anitápolis i sørøst-Brasil, som IFC står bak, innebærer utvinning av en fosfatforekomst, og byggingen av en gjødselfabrikk. Fosfat er hovedingrediensen i gjødsel.brasil_yara_gjodselsekker_350
* All produksjon er planlagt for det brasilianske markedet. Brasil produserer i dag kun 50% av sin egen fosfat for jordbruksproduksjon. IFC vil bidra til å senke den utenlandske avhengigheten.
* Flere truede plante- og dyrearter befinner seg inne på området der IFC skal bygge sitt fosfatanlegg.
(Se egen sak.)
* En landsby like nedenfor anlegget er redde for å få en demning som nærmeste nabo.
(Se egen sak).
* En domstol frøs IFCs miljøtillatelse 28. september i år. To ankesaker har hittil opprettholdt dommen.
* Det norske delvis statseide selskapet Yara er blant de verdensledende innen produksjon og trading av gjødsel, og er store på det brasilianske markedet.

Fonre: Norwatch 

publicado por ecotv às 01:07

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

O lixo visto dos céus,

artigo de Ana Echevenguá

lixo

[EcoDebate] Em 24 de novembro de 2009, o Instituto Eco&Ação, integrante da Procuradoria Ambientalista/ONGs Brasil, realizou um sobrevôo de helicóptero sobre o extremo sul de Santa Catarina. A iniciativa faz parte do projeto de elaboração de um diagnóstico da disposição dos resíduos domésticos e industriais de Santa Catarina. Convidamos dois cinegrafistas para testemunhar e documentar alguns dos crimes ambientais que tranquilamente são praticados naquela região. Mortineli, da RBS, não mediu esforços para capturar as melhores imagens. Quem sabe, sabe! No assento ou no chão do helicóptero, mirando sua filmadora pra direita, pra esquerda… sempre na busca do melhor ângulo, o expert não parava quieto!

A ‘experiência verde’ do piloto Rogério Giassi, que costuma filmar a estada das baleias francas na nossa costa, foi muito importante para o sucesso da nossa missão. Mas, nada faríamos sem o conhecimento do Rodrigo Moretti, que conhece cada palmo da bela região em que mora.

Nas duas horas de sobrevôo, o que vimos lá de cima?

- Empresas (algumas que possuem fachada bonita, premiações internacionais pelo bom desempenho) jogando o rejeito da sua produção (lixo contaminado) no seu quintal ou em lugares estrategicamente escolhidos devido à dificuldade de acesso por terra;

- Aterros sanitários, construídos especialmente para tratar o lixo nosso de cada dia, estão em situações precárias, deixando de fazer a ‘lição de casa’. Um deles, que funciona por força de um TAC firmado com o Ministério Público Federal, já virou lixão. O mau cheiro chegou ao nosso nariz, a 300 metros de altura. Mas, com certeza, seus cofres recebem o pagamento – principalmente das prefeituras – para tratamento e destinação final correta dos resíduos que os municípios produzem.

- Um incinerador de lixo hospitalar sem qualquer cuidado com o lixo que recebe. E que deveria estar lacrado; mas a ordem judicial para tanto foi suspensa em instância superior e só Deus sabe quando ocorrerá o julgamento definitivo do causu.

- Muito lixo jogado em beira de estrada, em zona urbana, em locais já degradados pela mineração, em locais praticamente inacessíveis por terra; escondido em clareiras na mata… e muita gente mexendo em lixo, sem qualquer proteção; tentando sustentar sua família com o fruto de trabalho sub-humano.

Não nos preocupamos com as montanhas de pirita porque isso será objeto de outra subida aos céus…

As imagens capturadas serão entregues aos órgãos competentes para que tomem as medidas legais cabíveis: autuação, embargo das atividades, aplicação de multas, recuperação do dano que estão causando… ou até mesmo a assinatura de TAC (Termo de Ajuste de Conduta).

Bom, no mesmo dia, tanto a RBS como a TV Cultura manifestaram interesse no tema – que atinge a vida e a saúde de todos –e veicularam reportagem a respeito. Douglas, da RBS, captou tudo rapidinho, fez algumas anotações, escolheu o melhor local para nossa entrevista e produziu uma matéria bem pedagógica que foi veiculada até em Florianópolis.

A Baby, apresentadora de um dos programas do Canal 19, pegou-me de surpresa ao perguntar: “vocês fazem tudo isso, levam ao conhecimento dos órgãos competentes, vêem que nada é feito e como vocês se sentem? Não perdem o estímulo?”

Não, Baby, embora seja inegável o sentimento de frustração que às vezes nos invade… Mas sabemos que devemos fazer algo para preservar nosso Planeta. A nossa EcoConsciência fala mais alto! E, se pudermos contagiar as pessoas a denunciarem as ilegalidades, a buscarem o cumprimento das nossas leis, já teremos avançado muito nos nossos propósitos!

Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente do Instituto Eco&Ação e da Academia Livre das Água, e-mail: ana{at}ecoeacao.com.br, website: http://www.ecoeacao.com.br.

publicado por ecotv às 03:54

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

MONTANHA VIVA EM LAGUNA - COMUNIDADE ADERE A CAMPANHA NÃO A FOSFATEIRA



Associação Montanha Viva foi convidada para proferir uma palestra em Laguna para a comunidade, vereadores e lideranças locais. A cidade vem sendo vitima de anos de desleixo com a conservação do sistema lagunar que enfrenta a contaminação derivada de aplicações de pesticidas nos arrozais. Além dessa fonte de contaminantes, o sistema lagunar recebe uma carga consideravel de pó tóxico oriundo das chaminés da usina termoeletrica Jorge Lacerda. A comunidade e lideranças estão preocupadas com perdas de empregos na pesca devido aos fatores acima mencionadas e agora ficaram mais ainda com a noticia de que a Bunge e Yara pleiteiam o licenciamento para operar a mina de fosfato em Antápolis.
A comunidade aderiu à campanha NÃO A FOSFATEIRA.




 

publicado por ecotv às 11:10

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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Unesco lança no Brasil guia para rádios comunitárias

 

Real Imprimir

Publicação sobre direitos humanos na mídia foi organizado pelo Escritório da agência da ONU em Brasília; série com spots para as rádios também fazem parte do projeto.

Guia eletrônico gratuito

Guia eletrônico gratuito

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

 

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, lançou no Brasil o guia "Direitos Humanos na Mídia Comunitária - A cidadania vivida no nosso dia a dia". A publicação foi organizada pelo escritório da Unesco em Brasília, em parceria com a ONG Oboré.

O guia eletrônico, de 38 páginas, escrito de forma clara e simples, foi criado especialmente para as rádios comunitárias brasileiras e traz noções básicas de civilização, direitos sociais, culturais e políticos.

Spots

O material serve como ferramenta para líderes comunitários e pode ser usado em rádios, páginas eletrônicas ou até em reuniões de escolas, sindicatos ou igrejas. A publicação está disponível somente pelo site da Unesco e o download é gratuito.

O projeto inclui uma série com dez spots de rádio sobre direitos dos idosos e das pessoas com deficiência; direitos das mulheres; violência familiar e nas escolas e até o que fazer em caso de abordagem policial.

Todos os spots também podem ser baixados no site da Unesco. Segundo a agência da ONU, o guia contém o texto completo da Declaração Universal dos Direitos Humanos e destaca a importância da promoção da cidadania, ética, respeito mútuo e atitudes de não-violência.

publicado por ecotv às 16:44

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Já mediu sua popularidade no Twitter?


Usuário acessa perfil no Twitter: ferramenta dá pontos ao usuário em quatro categorias: quantas pessoas lêem o que ele escreve; quanto seguidores o usuário tem, quão ativamente ele participa e se as pessoas acreditam em nele.

Foto: Reuters

CINGAPURA - Você possui seguidores e atualiza regularmente seu microblog, mas já se perguntou qual é sua popularidade no Twitter?

publicado por ecotv às 13:34

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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

EMBRAER, GE, AMYRIS E AZUL UNEM-SE PARA VIABILIZAR USO DE BIOQUEROSENE

Embraer, GE, Amyris e Azul unem-se para viabilizar uso de bioquerosene

 

Embraer, GE, Amyris e Azul unem-se para viabilizar uso de bioquerosene


O bioquerosene de aviação produzido a partir da cana-de-açúcar pode estar disponível para utilização comercial a partir de 2013 ou 2014. A expectativa é da empresa americana Amyris, que se uniu a Embraer, Azul e GE para desenvolver o combustível e fazer, no início de 2012, um teste de voo. A Amyris possui um centro de testes e pesquisas em Campinas (SP) e pretende comprar uma usina de açúcar e álcool no Brasil para produzir bioquerosene, um hidrocarboneto derivado da cana-de-açúcar.
O diretor geral da empresa no Brasil, o belga Roel Collier, afirmou que a expectativa é que o negócio seja fechado nas próximas semanas. O projeto da Amyris, empresa criada há seis anos nos Estados Unidos e presente no Brasil há dois, envolve o acréscimo de uma levedura ao caldo de cana, estágio posterior à moagem do produto. A levedura, desenvolvida pela companhia, fermenta, criando um óleo, que é separado do caldo de cana por um processo de centrifugação.
Apesar de ser produzido a partir da cana, o bioquerosene tem poder calorífico igual ou superior ao equivalente derivado do petróleo, mas com um nível de emissão de dióxido de carbono (CO2) similar ao etanol. O bioquerosene, um combustível alternativo que será adicionado ao querosene de aviação convencional, surge como resultado das pressões para que a aviação comercial faça a sua parte na redução das emissões de gases do efeito estufa. Guilherme Freire, diretor de estratégias e tecnologias para o meio ambiente da Embraer, disse que a aviação responde por 2% do total de emissões de CO2 no mundo, com projeção de chegar a 3% em 2050.
No teste que será feito em um avião Embraer da Azul Linhas Aéreas em 2012, um dos motores da aeronave - que será pilotada pelo vice-presidente de operações da Azul, Miguel Dau - vai funcionar a bioquerosene misturado a uma proporção de 20% a 50% ao querosene de aviação normal. Collier disse que os custos de produção do bioquerosene devem seguir os custos do etanol, já que 60% dos gastos são ligados à matéria-prima utilizada. A aquisição da usina pela Amyris deverá permitir que a empresa fabrique o produto em escala industriais no Brasil a partir de 2013.
"O processo em escala industrial vai ser feito aqui porque a infraestrutura de produção fica aqui, as usinas ficam aqui, a matéria-prima está aqui e não faria sentido fazer isso em outro lugar", afirmou Collier. Dau, da Azul, acredita que as companhias aéreas poderão ser beneficiadas pela redução de custos, uma vez que o querosene de aviação representa entre 30% e 40% dos gastos de uma empresa do setor.
O diretor de desenvolvimento comercial da GE no Brasil, Claudio Loureiro, disse que em fevereiro de 2008 a empresa aérea inglesa Virgin realizou um voo entre Londres e Amsterdã com 20% de óleo de babaçu misturado ao querosene de aviação e revelou que, nos EUA, a Continental e a Boeing desenvolvem um projeto, para voo em 2011, de uso de biocombustível adicionado ao querosene tradicional.
"Mas esse (o voo da Azul) será o primeiro voo no mundo com bioquerosene a partir de cana", afirmou. Para desenvolver a tecnologia, GE, Embraer e Amyris assinaram um memorando de entendimento. A Azul Linhas Aéreas Brasileiras planeja encerrar 2010 com uma frota de 21 aeronaves, mas não descarta que o crescimento da economia brasileira possa acelerar o ritmo de aquisição de aparelhos, disse Dau. Atualmente, a Azul tem frota formada por 14 aviões da Embraer (Valor, 19/11/09)

 

 

publicado por ecotv às 16:35

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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Quando a sociedade vigia os gastos

 

Projeto brasileiro vence na Guatemala prêmio de Inovação Social promovido pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, Cepal, e pela Fundação Kelogg; Observatório Social, em Maringá, fiscaliza o uso do dinheiro público pelo município.

Ariovaldo Costa Paulo

Ariovaldo Costa Paulo

Laura Kwiatkowski, da Rádio ONU na Guatemala*.

 

O século vinte e um começou com notícias pouco promissoras para a cidade de Maringá, no estado do Paraná. O prefeito havia desviado U$S 50 milhões de recursos estatais.

As pessoas se indignaram. Os envolvidos foram declarados culpados mas o dinheiro nunca voltou aos cofres do Estado.

A sociedade civil resolveu tomar conta do assunto. As igrejas de diferentes denominações, os maçons, os empresários, o Rotary, os sindicatos e outros setores se reuniram para discutir a situação, explica Ariovaldo Costa Paulo.

Dinheiro Público

"Chegamos a conclusão de que tínhamos que fazer algo. Uma pessoa com quem convivíamos assinava um cheque da prefeitura e comprava um carro zero quilômetro. O dinheiro era público, e o conceito do dinheiro público parace que não tinha dono. O dinheiro é do público e não público".

Então eles criaram uma organização não governamental chamada Observatório Social de Maringá, do qual Costa Paulo é vice-presidente. O primeiro passo foi controlar as licitações para evitar a ocorrência de desvios, e reduções imediatas e significativas foram alcançadas.

"Se um tem uma licitação com duas empresas e uma diz que a mercadoria custa 1000 quando custa 100 e não há concorrência, ela ganha. É legal. Quando existia a inflação se adicionava os 20 por cento. Mas se esqueceram de dizer aos funcionários que havia acabado a inflação e continuaram colocando os 20 por cento".

Licitações

Às vezes o preço final da licitação alcançava até 7500% acima do preço de mercado, diz Costa Paulo. O Observatório obteve êxito em aumentar a concorrência atraindo mais empresas a essas licitações. Na verdade, trabalha com três metodologias.

"Primeiro, observamos a descrição do edital. Se esse edital não está direcionado a uma empresa em particular. Se for assim, corrigimos. Trabalhamos em tempo real antes que se desvie o dinheiro. Se tem problemas, pedimos que cancele a oferta".

Estuda também o orçamento, preços, qualidade e quantidade e acompanha a entrega do produto, que deve ser coerente com o pedido. O Observatório ainda supervisiona os gastos municipais e faz com que as contratações de pessoal sejam feitas através de concursos públicos.

O que pensam do Observatório Social os funcionários do município? Costa Paulo responde.

Prêmio

"Entre os políticos há uma certa aversão. Agora entre os funcionários públicos, os funcionários de carreira, o Observatório tem uma acolhida muito boa. Porque no Brasil temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, ao redor de 40%, mas não recebemos os serviços. Então pagamos impostos de primeiro mundo e recebemos serviços de terceiro mundo. O que queremos, o que todos os cidadãos querem é receber os serviços".

A atuação do Observatório para evitar o mau uso do dinheiro público, adiciona Ariovaldo Costa Paulo, permite investir a poupança em saúde, educação e acabar com a fome e a miséria, e alcançar assim os objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

Este projeto foi o vencedor do Concurso de Inovação Social organizado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, Cepal, e pela Fundação Kelogg.

*Apresentação: Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

publicado por ecotv às 17:26

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I Encontro Eco-holístico de SC


 



O I Encontro Eco-holístico de SC visa promover uma reeducação das atitudes humanas referente à destruição do planeta, abordando soluções para a preservação de nosso planeta, tendo como objetivo o desenvolvimento sustentável. Assim unindo a busca da consciência holística através de curas naturais em diferentes áreas terapêuticas.



O Projeto Ambiental Village, Espaço -Ouvidor, sede do evento é um espaço de educação para a sociedade, auto-sustentável, idealizado e desenvolvido pela família Werlang sob orientação do Prof. José Lutzenberger/Fundação Gaia.



O evento acontecerá do dia 26 de novembro a 1 de dezembro de 2009 em Garopaba na Praia do Ouvidor, com "pré-inaugurações nas cidades envolvidas nos dias 24 e 25 do mesmo mês com a Marcha Mundial da Paz - Não Violência.


No evento haverá atrações como palestras, vivências, oficinas, show, feira e cursos, com personalidades de renome, abordando temas como mudanças planetárias, economia sustentável e medicina holística. Levando ao público informação e interação em único momento.





Clic AQUI Para maiores informaçoes:


Organizaçao do Evento


Ivete Severo (48)8457-2755


Bruna Kehl (48) 8464-3450


(48)3354-1476



MSN: encontroecoholistico@hotmail.com



blog: I Encontro Eco-Holístico de Santa Catarina

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publicado por ecotv às 01:36

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ONU lança no Brasil campanha "Igual a Você"

 Filmes que serão veiculados em emissoras de TV pedem o fim do preconceito contra gays, negros, refugiados, pessoas com HIV e usuários de drogas; seis escritórios da ONU organizam o projeto.

Campanha contra precoceito

Campanha contra precoceito

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas lançaram nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, a campanha "Igual a Você", para diminuir o estigma e o preconceito no Brasil. A proposta é chamar a atenção para a discriminação sofrida diariamente por gays, negros, pessoas com HIV, refugiados, profissionais do sexo e usuários de drogas.

A campanha é formada por dez vídeos de 30 segundos cada, que serão veiculados gratuitamente por emissoras de televisão em todo o país. Os filmes destacam os direitos humanos, com mensagens gravadas por lideranças dos grupos discriminados, considerando diversidades de idade, raça e etnia.

Agências

O Centro de Informações das Nações Unidas para o Brasil, Unic-Rio e outras cinco agências da ONU lideram a iniciativa: a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco; o Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids, Unaids; o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Acnur; o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime, Unodc e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher,Unifem.

O coordenador do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, falou à Rádio ONU, do Rio de Janeiro, sobre a importância de usar a mídia para combater o preconceito.

"O objetivo desta campanha é trazer à pauta da mídia, da sociedade brasileira a questão da discriminação e estigma. E construir uma agenda efetivamente positiva do ponto de vista do debate, da reflexão, sobre os direitos humanos em nosso país", relatou.

Segundo o coordenador do Unaids, Pedro Chequer, a campanha "Igual a Você" também será veiculada em breve nas emissoras de rádio brasileiras.

publicado por ecotv às 01:24

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